Sei que já está virando clichê reclamar da falta do amor no futebol, no momento muito se tem falado de profissionalismo. Não está errado afirmar que após cumprir seu contrato, um profissional procure algo que ela julgue ser melhor, tanto no aspecto financeiro quanto psicológico.
Mas mesmo sabendo que o amor ao clube de futebol está em extinção, não consigo concordar com atitudes como a tomada por Denis, lateral direto do Santos Futebol Clube.
Todos sabem que o jogador que está há 24 meses no Peixe ficou 14 meses no Cepraf. Mesmo com o atleta no departamento médico, o time resolveu assinar novo contrato com o jogador, contrato este, com o qual Denis lucrou, ganhou luvas (bonificação financeira por renovação contratual).
Tudo bem que o amor não existe mais, mas é necessário então, levantar a bandeira do profissionalismo, independente do time para o qual o jogador pretende se transferir (mesmo sendo este o Corinthians, maior rival do Santos), o time disputa uma vaga nas oitavas-de-final da Libertadores da América e ele mesmo tendo contrato com o Santos (contrato este com a assinatura do jogador), tentou pedir sua liberação na justiça dizendo ter sido coagido para assinar o atual contrato vigente.
Fico me perguntando se o amor não existe mais, poderemos então no mínimo acreditar no profissionalismo, ou simplesmente acreditar no dinheiro. Infelizmente independente da decisão judicial, quem perde com a atitude de Denis é o Santos, que não tem clima para utiliza-lo e nem comprador para pagar o prejuízo que o time teve com os salários do atleta.
Mas mesmo sabendo que o amor ao clube de futebol está em extinção, não consigo concordar com atitudes como a tomada por Denis, lateral direto do Santos Futebol Clube.
Todos sabem que o jogador que está há 24 meses no Peixe ficou 14 meses no Cepraf. Mesmo com o atleta no departamento médico, o time resolveu assinar novo contrato com o jogador, contrato este, com o qual Denis lucrou, ganhou luvas (bonificação financeira por renovação contratual).
Tudo bem que o amor não existe mais, mas é necessário então, levantar a bandeira do profissionalismo, independente do time para o qual o jogador pretende se transferir (mesmo sendo este o Corinthians, maior rival do Santos), o time disputa uma vaga nas oitavas-de-final da Libertadores da América e ele mesmo tendo contrato com o Santos (contrato este com a assinatura do jogador), tentou pedir sua liberação na justiça dizendo ter sido coagido para assinar o atual contrato vigente.
Fico me perguntando se o amor não existe mais, poderemos então no mínimo acreditar no profissionalismo, ou simplesmente acreditar no dinheiro. Infelizmente independente da decisão judicial, quem perde com a atitude de Denis é o Santos, que não tem clima para utiliza-lo e nem comprador para pagar o prejuízo que o time teve com os salários do atleta.
Um comentário:
Pra você ver que com o tempo tudo vai se modificando... Rogério Céni, é uma raridade no futebol, gosto do amor que ele devota ao clube.
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